quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PRIMEIRA VIAGEM COM AS CRIANÇAS!

Eu estava morrendo de medo de passar 4 dias fora com minha família.  Tive medo de não dar conta de cuidar das crianças.  Criança quando se tira da rotina é imprevisível, não é mesmo?

Então surgiu uma situação em que não pude recusar.  Passeio de família, a gente teve carona e até o hotel seria de graça, em Búzios.  A outra parte da viagem era em Araruama, casa dos parentes do meu marido.  Finalmente eu iria testar minhas habilidades longe de casa.

Algumas coisas deram muito certo.  Outras nem tanto.  Outras deram muito erradas.  Vamos por partes:

O que deu muito certo:  as crianças com certeza curtiram muuuuuito.  Adoraram ir à praia, não estranharam dormir fora de casa (não disse que eram imprevisíveis?), ficaram super sociáveis com a parentada e, na maior parte do tempo, colaboraram para que o passeio fosse agradável.  Fez sol todos os dias em que estivemos lá, ninguém passou frio.  Por outro lado o protetor solar deu conta do recado e ninguém ficou torrado.

O que nem sempre deu certo:  Comida!  A minha mais velha está numa fase horrível pra comer, escolhendo muito, cheia de vontades.  E na viagem continuou assim, me deu o maior trabalho.  A mais nova comeu tudo que eu dei pra ela, mas grudou no peito de uma tal maneira, que eu já estava me sentindo mal de tanto amamentar.  Não estava mais acostumada a esse ritmo.  Eu não tenho carro, e a pousada era longe demais da cidade.  Isso me causou problemas porque dependia da carona (de gente que tem o costume de ficar o dia inteiro na praia) para alimentar minhas filhotas, isso foi estressante.

O que deu muito errado:  A minha mais nova vomitou muito na viagem de ida.  E eu também quando cheguei em Búzios estava enjoada.  No dia seguinte comecei a ter vômito e diarréia.  Isso tudo amamentando como louca.  Fiquei um caco!  Voltei de ônibus um dia antes do previsto.  E como não tinha levado certidão de nascimento das crianças, tive que acionar uma grande amiga (só ela mesmo pra me quebrar esse galho), pra passar na minha casa, pegar as certidões, pegar um ônibus até Araruama e nos resgatar.  Chegando no Rio, meu marido começa a apresentar os mesmos sintomas.  Hoje soube que, contando comigo, fomos 5 que tivemos a virose.  Ninguém merece!

O saldo foi bastante positivo.  Virose ninguém se programa pra ter, nem tem muito como evitar.  O que conseguimos passear valeu muito a pena e me animou para próximas aventuras.  Mas quero depender o mínimo possível de outras pessoas e cuidar para que o passeio não seja muito longo, porque cansa, viu!

Mudando de assunto, ontem foi o niver da minha mãe!  E mais uma vez tive a oportunidade de sentir como um aniversário que tem criança é diferente!  Como elas curtem cantar parabéns, apagar velinha, bolo, tudo é um evento... tão legal isso!

Ai, ai! Vou lá cuidar da vida!
bjs

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Coruja

Todos os dias me pego observando e admirando minhas crias.  Acho lindo o modo que se desenvolvem, que pronunciam as palavras, que formulam frases e histórias.  Será que toda mãe é assim?

Uma vez uma amiga que é mãe de uma menina mais velha que a minha primogênita 7 meses, me disse isso:  que achava a filha dela tão linda, tão inteligente e tão maravilhosa que tinha até vergonha de falar pra todo mundo.  Pois eu sinto o mesmo com relação às minhas filhas!  Só que sem a vergonha de falar.  Eu falo mesmo! Rs... elas são demais!

A mais nova, com 1 ano e 5 meses, repete tudo que a gente fala, já conversa (eu é que não entendo quase nada, mas que ela fala e gesticula, isso faz), pede um monte de coisa e canta boi da cara preta! Coisa mais linda!

A mais velha conta um monte de histórias, diz que é um monte de personagens das histórias preferidas dela, e quase sempre nos inclui nessas histórias!  Dia desses estávamos subindo a Ponte Rio Niterói e ela viu aqueles carros e caminhões estacionados no cais do porto e soltou:  olha mamãe! Quantos meios de transporte! 
E os sinais de trânsito? Ela ensina pra quem quiser escutar na rua, dentro do táxi... o sinal verde pode passar, o vermelho não pode passar! Meu orgulho!

Cheirinho de filho, abraços apertados e beijos melecados deles são as melhores coisas da vida.  Todo dia eu cheiro bastante, aperto e beijo muito minhas filhotas.  Dizem que daqui uns anos elas não deixarão mais que eu faça isso.  Daí eu aproveito agora.

Tá certo que elas fazem pirraça, dão trabalho pra dormir e comer, mas que são lindas e inteligentes, ah isso são! 

Coruja, eu? Quem disse? Rs

domingo, 16 de outubro de 2011

Realizando Sonhos

Eu li o livro O Segredo há uns anos.  E gostei!  Independente de qualquer religião ou não-religião, acho que se você focar seus objetivos, pensar positivo, de alguma maneira você acaba movimentando energias a seu favor.

Caí totalmente nessa onda positivista, cheguei a fazer lista de desejos, comprei outros livros a respeito que ensinavam a canalizar energia de modo mais eficiente.  Fiquei passada com os resultados.  Consegui muita coisa.

Por alguns anos, a primeira página de cada agenda tinha sempre um bebê, uma máquina fotográfica poderosíssima e mais um monte de coisas.  Em 2008 foi a última vez que coloquei a foto de um bebê porque engravidei.  Mas a máquina fotográfica sempre esteve lá todos esses anos.

Já perdi a conta de quantas vezes estive para comprá-la.  Quantas vezes fiz pré- inscrição num curso de fotografia badaladíssimo na zona sul.  Peguei contatos de profs que dão aula particular.  Peguei dicas que nunca cheguei a usar por falta do equipamento.  É um equipamento caro, e como dinheiro nunca está sobrando mesmo, sempre ficou pra outra oportunidade em prol de coisas mais urgentes.

Mas parece que finalmente a coisa vai acontecer.  E, guardada as devidas proporções, tenho a mesma sensação que tive quando finalmente fui fazer minha fertilização in vitro.  A gente espera por aquilo por tanto tempo, que quando está pra realizar bate insegurança!  Engraçado, né?

O medo é de não ter talento pra coisa.  Porque gostar eu gosto muito, mas ter mesmo um bom olho pra imagem a gente só vai saber na prática.  Já pensou fazer um investimento desses (numa hora em que mais uma vez as finanças estão apertadas) e a coisa não acontecer?  Esperar por outra oportunidade é ilusão.  Nunca teremos o dinheiro sobrando mesmo.  Tem que fazer e se virar pra pagar depois.  Se Deus quiser, com minha ajuda, trabalhando, clicando por aí...

E tome-lhe pensamento positivo:

-  Eu imagino a minha máquina aqui nas minhas mãos.  Eu manuseando, aprendendo como se faz.  Me imagino estudando e me apaixonando mais ainda por essa arte.
-  Tenho a certeza de que a dívida contraída para aquisição da máquina será facilmente paga, inclusive com minha ajuda, já trabalhando com fotografia.
-  Sei que este é um grande passo para que eu comece uma nova fase na minha vida, uma nova profissão, que me trará a realização profissional que eu tanto procuro.

Amém!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Não tem preço!

Sabe aquela coleção Disquinho? Aqueles lp’s coloridinhos, pequenos com histórias infantis? Pois bem, baixei tudo e ouvi algumas com minhas filhas ontem.

Foi emocionante ouvir aquelas histórias com elas, principalmente a da Festa no Céu, que era a única dessa série que eu tinha e ouvia sem parar.  Até hoje sei todas as falas e todas as músicas.

domingo, 18 de setembro de 2011

O primeiro tombo importante!

Estava achando até que fosse escapar ilesa das travessuras das minhas bebês.  A mais velha nunca caiu da cama, a mais nova quando caiu foi embolada nos lençóis e nem chegou a bater no chão.  Tombos, não foram muitos, e nenhum deles com gravidade.

Nesse último sábado tomei o meu primeiro grande susto com um acidente. 
Enquanto eu estava brincando com a mais velha, o pai estava com a mais nova.  Daí veio ele, com a menina choramingando, e me disse que ela tinha caído e que achava que tinha batido a boca. 
- dá uma aguinha pra ela – disse ele.
Eu dei.  E ela tomou e logo cuspiu na minha mão, inteirinho, o dentinho da frente.
Fiquei doida!
Eu tremia tanto, que não sabia o que fazer.  O celular na mão, sem saber pra quem ligar.
Estávamos no parquinho do condomínio, e logo juntou gente pra ajudar.  Cada um ligando pro seu próprio dentista pra ver o que poderia ser feito.

Resumindo, consegui vários pareceres via telefone de que não tinha jeito.  Minha criança de 1 ano e 4 meses pode ficar mesmo sem dente até o definitivo aparecer.  Consegui uma consulta com uma dentista amiga, ela examinou a criança e confirmou tudo, diante de mim, mãe, aos prantos!

A minha filha mesmo ficou ótima logo após o episódio.  Não ficou nada inchado e ela parece não estar sentindo dor.  Come e brinca normalmente.

Eu chorei o dia de ontem inteiro.  Até que minha mais velha veio conversar comigo:

-  Por que você está chorando?
-  Eu to nervosa, filha,  não liga não.  Só estou preocupada com o acidente da sua irmã.
-  Ela vai morrer, mamãe?
-  Não, filha!  Claro que não.  Mamãe só está mesmo nervosa.  A irmãzinha ta bem!
-  Vai passar, mamãe! A gente vai cuidar dela...

Daí caiu a ficha que não podia ficar de chilique.  Bola pra frente.

De qualquer maneira foi muito chato tudo aquilo... me consola o fato de ter a possibilidade (por enquanto é só uma possibilidade mesmo) de tentar fazer um tipo de aparelho com o próprio dente, pra preservar o espaço na boquinha dela.  Mas isso é pro futuro, quando ela tiver mais dentes na boca.

Vamos fazer um acompanhamento com uma odontopediatra indicada pela minha amiga.

E parece que eu vou ter que conviver com sustos, tombos inesperados e impossibilidade de preservar minhas filhas de todos os perigos do mundo.

Esse negócio de ser mãe é bastante emocionante!

Inté!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Nem sei sobre o que eu quero falar hoje, mas sei que quero dizer que estou feliz, bem comigo mesma e animada.

Andei meio preocupada e ocupada com algumas questões paralelas - problemas de outras pessoas.  Mas hoje eu fui pro salão, fiz sobrancelha, cabelo e unhas.  To me sentindo o poder em pessoa!

Eu tenho poucas vaidades na vida, mas uma coisa que me deixa realmente feliz é fazer unha!  Nossa, como eu gosto de ver meu pezinho limpo, pintadinho e esfoliado.  Me sinto gente à beça! Rs...Só faltou comprar uma roupinha nova pra completar minha “terapia”!

Inté!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O primeiro dia de creche da segunda filha


Ai, minha caçulinha tá crescendo!  E hoje tivemos mais uma prova disso com seu primeiro dia de creche no auge de seu 1 anos e quase 3 meses.  Ficou 2 horas e meia na creche e a princípio nem olhou pra trás.  Foi pro colo da tia encantada com o novo ambiente.  Eu fui orientada a ir embora e fiquei pelas redondezas da creche, caso precisasse voltar de repente.  Não foi preciso, mas ela chorou bastante quando notou que eu não estava mais lá.  A irmãzinha mais velha foi chamada pra acalmar a pequena e tudo ficou bem!  Cheguei lá e estavam as 2 sorrindo. 
Aí você pode estar querendo me perguntar se a sensação é igual de quando levei a mais velha pela primeira vez.  Não é.  Naquela ocasião eu estava grávida e a criança foi pra creche mais por força das circunstâncias do que minha certeza de que era a coisa certa a fazer.  Mas de qualquer maneira dá uma angústia.  Mesmo já sabendo que a creche é ótima, a Tia do maternal é um amor, e lá ela vai se desenvolver muito e que vai ser bom pra ela, nada disso tira aquela dorzinha no peito de ver minha bebê se separando de mim.  Mas enfim, a vida é essa, as crianças crescem e nós temos que começar a soltar os pequenos no mundo.... ô dó! Rs...
Ainda não caiu nenhuma lágrima do meu rosto.  Espero que essa adaptação seja bem mais tranqüila.
Inté.